9 de julho - 2020

Modelo Híbrido de Ensino: Desafios e regras no retorno às aulas presenciais

Chegamos ao segundo semestre de 2020 e um cenário se apresenta de forma clara para as Instituições de Ensino em todo o país: a necessidade de se adaptar para operar em um modelo híbrido de ensino. Os dois principais protocolos divulgados para o retorno, o Protocolo de Biossegurança do MEC e o Protocolo de Retorno de São Paulo, foram enfáticos na adoção desse modelo.

O modelo híbrido prevê que existirá um rodízio entre os alunos, sendo que nos primeiros meses de retorno estarão presentes 35% dos alunos em aula, enquanto os outros 65% devem estudar de casa. A cada dia ou semana, deve haver um rodízio entre esses alunos, essas são as características básicas desse modelo híbrido.

Modelo Híbrido de Educação: Saiba aplicá-lo com atividades individuais!

Desafios Pedagógicos do Modelo Híbrido de Ensino

As escolas estão aos poucos, com muitas dificuldades, se adaptando a um modelo de ensino totalmente remoto. O modelo híbrido trará algumas dificuldades adicionais que deverão ser enfrentadas. Apesar de começar a trazer o aluno de volta para a sala de aula, o que sabemos ser fundamental para o desenvolvimento do aprendizado dos alunos, principalmente nas fases iniciais de ensino.

1- Aumento na Carga de Atividades

O primeiro desafio dos professores e coordenadores de ensino é que, além de se preocupar com as aulas presenciais, eles devem continuar ofertando atividades. Para as escolas com melhor infraestrutura, os professores passarão a fazer lives das aulas em sala de aula, de forma que os alunos em casa possam ver simultaneamente. Contudo, sabemos que essa não é a realidade da maior parte das escolas em nosso país.

Portanto, os professores devem, além de dar as aulas em sala de aula, se programar para entregar atividades e planos de estudo. Tudo isso de forma que, com o rodízio, as crianças em casa possam continuar com seus estudos.

2- Acompanhamento e Desenvolvimento da Turma

Outro ponto muito sensível e que deve ser planejado de perto por professores e coordenadores é o acompanhamento de desenvolvimento do aprendizado dos alunos. O rodízio fará com que a turma acabe se desenvolvendo em tempos diferentes, de forma que o professor terá que ter atenção redobrada. Isso para identificar os alunos com mais dificuldades e ajudá-los a alcançar o mesmo passo da turma.

Professores e Funcionários também fazem parte do rodízio

Outro desafio para os diretores e coordenadores pedagógicos é que o modelo híbrido de ensino também conta com algumas diretrizes. Essas diretrizes são relacionadas ao corpo docente e aos funcionários da escola.

O ponto mais importante é que as instituições de ensino devem prezar pela saúde dos funcionários que façam parte do grupo de risco: acima de 65 anos, diabéticos, com problemas crônicos pulmonares, entre outros.

Portanto, além de lidar com uma nova realidade de ensino durante o retorno, as escolas devem conseguir dividir as tarefas. Essa divisão será de forma que os funcionários e professores do grupo de risco possam continuar realizando suas tarefas de casa.

Em suma, com o modelo híbrido de ensino, as escolas deverão montar um plano de ação de acordo com a distribuição de alunos e profissionais. Isso, mantendo um equilíbrio entre as aulas presenciais e remotas, e com um preparo na realização das atividades escolares por parte dos funcionários. Além disso, os funcionários continuarão dando sequência aos seus trabalhos em casa.

Projeto SuperAutor

Você já ouviu falar sobre o projeto que transforma alunos em autores? O SuperAutor é uma ótima ferramenta para quem quer incentivar a leitura e a escrita nas crianças. Para as crianças que estão em processo de letramento, ele ajuda no desenvolvimento da alfabetização e incentiva o interesse pela leitura. Para as que já passaram dessa fase, o projeto auxilia no desenvolvimento da criatividade e da escrita e também promove um interesse maior pelo universo dos livros. 

Além disso, ele pode ser realizado de duas formas:

1- Na escola, com a ajuda dos professores

2- Em casa, com a ajuda dos pais e responsáveis

Na escola, o projeto pode ser utilizá-lo como complemento para as disciplinas escolares. Imagina os alunos escrevendo livros sobre temas relacionados à ciência, história, ou artes… Incrível, não é mesmo? E o resultado do projeto é visto no Super Evento de Autógrafos, realizado pela escola para que os alunos possam autografar os livros e receber o carinho e o prestígio da família!

Em casa, o Projeto SuperAutor ajuda as famílias que querem promover a literacia familiar de forma independente da escola.

E aí, gostou da ideia? Se você é pai ou responsável e quer ter um projeto de letramento em casa, sem o intermédio da escola, clique aqui!

Mas se você é professor ou coordenador e quer levar o projeto para sua escola, clique em experimente na sua escola e saiba mais sobre o SuperAutor!

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