30 de julho - 2020

Adaptação Pedagógica: atividades individuais se tornam essenciais para o Modelo Híbrido de Educação

As Instituições de Ensino que estão retornando às atividades presenciais no segundo semestre de 2020 têm encontrado um desafio: a necessidade de se adaptar para operar em um modelo híbrido de ensino. Os dois principais protocolos divulgados para o retorno, o Protocolo de Biossegurança do MEC e o Protocolo de Retorno de São Paulo, foram enfáticos na adoção desse modelo e estão sendo utilizados como orientação para as escolas em todo o país.

Agora o ponto principal para manter as atividades escolares é se adaptar às novas rotinas e aprender a trabalhar com essa nova realidade. Além das medidas sanitárias de retorno, sendo as mais famosas o rodízio de alunos e funcionários, o distanciamento de carteiras, o uso de máscaras, entre outras, os professores e coordenadores pedagógicos estão vendo a necessidade de realização de algumas adaptações pedagógicas.

Como adaptar as atividades pedagógicas de acordo com o Modelo Híbrido de Ensino?

As escolas estão, aos poucos, se adaptando a um modelo de ensino totalmente remoto. O modelo híbrido trará algumas dificuldades adicionais que deverão ser enfrentadas, apesar de começar a trazer o aluno de volta para a sala de aula, o que sabemos ser fundamental para o desenvolvimento do aprendizado dos alunos, principalmente nas fases iniciais de ensino.

Outro ponto importante é que, com o exercício do modelo híbrido, professores e coordenadores devem estar atentos ao desenvolvimento do aprendizado dos alunos, acompanhando o passo a passo de cada aluno para verificar se toda a turma está no mesmo nível de aprendizado.

Tendo em vista essas novas condições de ensino, principalmente na Educação Infantil, onde é muito comum que o processo de aprendizado seja bastante ancorado em dinâmicas de turma e atividades em grupo, as atividades pedagógicas terão que se adaptar à nova realidade, produzindo atividades individuais.

Adoção de atividades individuais como recurso para a nova fase da Educação

A Educação passa por transformações ao longo dos anos e, agora, não será diferente. A adoção de atividades individuais como parte do processo de ensino infantil traz um novo desafio: os professores precisam oferecer atividades individuais que consigam deixar os alunos dessa faixa etária entretidos, concentrados e mais importante de tudo, aprendendo.

A proposta é que os professores consigam desenvolver atividades individuais que possam auxiliar no desenvolvimento educacional dos alunos, dando continuidade ao processo de aprendizagem das crianças. Um bom exemplo é o exercício com projetos pedagógicos que ajudam a trabalhar a autonomia das crianças, além de:

  • Trazer inovação
  • Motivar os alunos
  • Gerar proatividade na criança
  • Construir a autoestima
  • Aumentar a capacidade de resolução de problemas.

Aos poucos, tanto os professores quanto os alunos vão alinhar esse novo modelo de ensino com o seu desenvolvimento educacional, aprendendo a cada dia a lidar com essa nova realidade. 

Projeto SuperAutor: ideal para ser aplicado de forma individual

O projeto SuperAutor pode ter diferentes aplicações pedagógicas em sala de aula, sendo moldado de acordo com a orientação pedagógica de cada professor e coordenador pedagógico. Em nossa experiência, já vimos o projeto ser feito como atividade em grupo, usando, por exemplo, um tema comum abordado pela escola naquele ano letivo. 

Contudo, o projeto também é ideal para ser aplicado de forma individual. Cada criança vai escrever e ilustrar sua própria história, mergulhando na sua criatividade e sendo orientado pelos professores, sem necessidade de contato físico com as outras crianças de sala.

E o melhor: o projeto SuperAutor é alinhados às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), através do exercício da alfabetização e do letramento com incentivo à leitura. 
Quer saber mais sobre como o projeto SuperAutor ajuda as escolas nesse momento de modelo híbrido?  Fale com nossa equipe no whatsapp.